“Aproveite este momento para cumprir com seu propósito”, aconselha Nélio Bilate, da NBHEART

Com mais de 30 anos de experiência nas áreas de Marketing, Comunicação, Vendas e Pós-Vendas, Relacionamento com Clientes, Qualidade de Serviços e Pesquisa, especialista participou da Maratona dos Resilientes, dentro do Resilientes Summit

POR TARCISIO ALVES
JORNALISTA E COPYWRITER

Fundador da NBHEART, empresa de consultoria em desenvolvimento humano e organizacional, Nélio Bilate é também consultor associado da LHH. Possui mais de 30 anos de experiência nas áreas de Marketing, Comunicação, Vendas e Pós-Vendas, Relacionamento com Clientes, Qualidade de Serviços e Pesquisa. 

Ocupou posições de CEO, diretor de Marketing, Vendas, Pós-Vendas, Comunicação e Planejamento de Produtos, tendo trabalhado na Nissan Mercosul, Renault do Brasil, Allied Domecq, Coca-Cola, Chocolates Garoto, A.C. Nielsen Serviços de Marketing e agências de propaganda.

Bruno Pinheiro, CEO da Be Academy, aproveitou a realização do Resilientes Summit — o maior movimento online e gratuito para reinventar seu negócio e readaptar-se à nova realidade — para convidá-lo a participar da Maratona dos Resilientes, na qual Bilate fez uma live bastante especial.

“O mundo parou”, disse ele, em referência à pandemia de coronavírus, que obriga a maior parte das pessoas a rever uma série de conceitos. “A gente estava acelerando sem rumo”, avaliou ele, para quem este é “um momento importantíssimo de autoconhecimento e autorreflexão”.

“Este é um momento VUCA”, disse ele, referindo-se à sigla que faz referência a um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. “Não tem mais volta: ou a gente vai para o ‘nós’ ou a gente vai morrer”, decretou.

Pessoas precisam buscar o bem comum

Na visão de Nélio Bilate, quem não for para o bem comum vai ficar ficar aprisionado no seu ego, dentro de uma espécie de bolha, “e a bolha vai ficar cada vez menor”. “Não existe outro valor que irá reger a humanidade com mais força que o bem comum, a solidariedade e a fraternidade”, disse ele.

Para Bilate, mais do que nunca, este é o momento de “olhar o outro” e, principalmente, “entender o propósito de a gente estar aqui nesse planeta”. “Aproveite este momento para cumprir com seu propósito”, recomendou.

Dessa forma, é preciso colocar em prática conceitos como o da empatia, que é se colocar no lugar do outro. “A gente vai se reconectar com o amor próprio e com o amor ao outro”, filosofou ele, dizendo que acredita no amor dentro das organizações.

Até por isso, ele vê um novo papel para a liderança. “O líder vai conseguir priorizar melhor e olhar mais para suas pessoas”, comentou. “Ele vai ficar mais humano, porque a dor humaniza”, declarou. Para Bilate, o líder precisa dar a direção do propósito em sua organização. “O que a gente quer fazer com o que a gente está vendendo? A quem a gente quer servir? Por que a gente está aqui?”

E esse será um grande desafio, de acordo com ele, já que “os líderes não estavam preparados para isso”.

É hora de “recontratar” relações

No entender de Nélio Bilate, este é um momento superimportante para “abrir o pensamento, encontrar meios novos, criatividade, inovação, e achar soluções a partir de onde nunca se achou que poderia achar”. E, principalmente, “fazer aquilo que sempre quis fazer, mas não tinha coragem”.

Nélio Bilate entende que estamos em um momento de “recontratar” relações, não só com clientes e fornecedores, mas com todos os que estão a nossa volta, “nossas pessoas mais próximas: filho, mulher, marido…”. “A mudança disruptiva está fazendo o ser humano revisitar sua transição interna”, argumentou ele.

Para o especialista, muitas pessoas irão passar por essa crise muito bem. “Quem conseguir caminhar por essa transição de maneira mais suave vai conseguir, lá na frente, uma mudança interna e um êxito profissional muito maior”, previu ele, destacando que a resiliência está ligada à empatia, à flexibilidade, à adaptabilidade e a entender todo o contexto. “Nós estamos passando pelo maior aprendizado da vida.”

Isso porque todo nós estamos sendo os “nossos próprios juízes”. “Não tem ninguém para julgar a gente, só a gente mesmo”, afirmou. “Estamos vulneráveis, e a vulnerabilidade precisa de três coisas básicas: coragem para se mostrar vulnerável; alto nível de empatia e ser solidário, ter compaixão”, resumiu.

Nélio Bilate encerrou sua live dizendo que o Brasil vai precisar de empreendedores diferentes a partir de agora e que a cultura organizacional irá mudar radicalmente. “Aproveite este momento para cumprir com seu propósito”, aconselhou.

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