Entenda por que o diretor financeiro não é mais (apenas) “o cara de dinheiro”

Mais que uma ambição na carreira, tornar-se um “CFO do Futuro” é condição obrigatória para o profissional de Finanças que deseja dominar novas habilidades e ser disputado por organizações que fazem acontecer no Novo Mercado

POR TARCISIO ALVES
REDATOR E COPYWRITER

Em um passado nada distante, o profissional que iniciava a carreira na área de Finanças almejava ocupar, um dia, a posição de diretor.

Tornaria-se “o cara do dinheiro” e estaria feito na vida, sendo admirado (e até invejado) por seus pares.

Hoje, a posição mais alta a ser ocupada dentro de uma empresa, nessa área, é a de CFO (Chief Financial Officer).

Mais do que a nomenclatura, a mudança envolve as próprias atribuições desse profissional. Tudo isso em consonância com os ares da Nova Economia.

Correr riscos agora faz parte das atribuições de quem lida com a gestão financeira do negócio

Não basta fazer o controle financeiro da empresa, barrar projetos que podem envolver gastos excessivos e gerar riscos para a organização. Muito menos ficar preso a planilhas.

Ao contrário, o profissional de Finanças da atualidade precisa caminhar em outra direção, mantendo um olhar estratégico para identificar oportunidades de negócios e escolher quais riscos devem ser tomados pela empresa.

Sim, tomar riscos, tanto quanto surpreender o CEO (Chief Executive Officer) com um ROI (retorno sobre investimento) cada vez mais positivo.

Sempre com o objetivo de gerar receitas e escalar o negócio de maneira sustentável. 

Por outro lado, de nada adiantará a esse profissional realizar inúmeras tarefas, se descuidar das métricas — análise fundamental que lhe permitirá fazer novos investimentos e alcançar resultados acima da média.

Um crescimento exponencial.

Ninguém é mais importante que ninguém — nem mesmo “o cara do dinheiro”. Todos somam.

Ah! E o CFO precisa ser digital, conectado. Ter total familiaridade com o ambiente virtual. Porque os negócios que prosperam, hoje, são todos online.

Mas é preciso se conectar também com pessoas. Esse, aliás, é um ponto extremamente importante. Segundo a consultoria Gartner, apenas 22% dos CFOs alcançam alto grau de eficiência pessoal.

Seguindo essa linha, o CFO da Nova Economia deve se relacionar de igual para igual com os demais pares de nível executivo (C-Level), pensando “fora da caixa” e entendendo ao máximo as atribuições dos colegas e seus papéis no conjunto da organização.

Tem que estar disposto e se esforçar para conhecer outras áreas, entender os impactos da transformação digital no meio corporativo e desenvolver habilidades que extrapolam o nível técnico clássico da função.

Colocar-se no lugar do outro. Ter empatia.

Da mesma forma, na condição de líder, o CFO precisa manter um relacionamento horizontal com os colaboradores, dando voz às pessoas. Para que possam expor suas ideias e aprimorar seus potenciais de forma plena.

O que, no fim das contas, vai agregar valor à operação.

Pelas suas qualidades, o CFO é um candidato natural na linha de sucessão do CEO da empresa

Sim, é uma mudança e tanto.

Mas não é por acaso — justamente pela visão estratégica e por auxiliar o CEO na tomada de decisões, entre outras qualidades — que o CFO é um candidato natural a ocupar o posto mais alto da organização.

Não é por acaso, também, que empresas da Nova Economia se destacam mais que gigantes e pesadas corporações, as quais lutam para continuar relevantes em um mercado que sofre constantes transformações.

Pesquise e confirme: CFOs são profissionais de extrema importância dentro das startups emergentes, tanto quanto dos chamados unicórnios (empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão). 

Por serem parte de um modelo de gestão ágil e que se ajusta às mudanças “de imediato”, em vez de elaborar longos projetos que, lá na frente, não farão nenhum sentido em um mercado tão dinâmico.

Curso prepara profissionais para atuar em alto nível na Nova Economia

Recentemente, a edtech de negócios Be Academy realizou a imersão CFO do Futuro, que vale tanto para diretores financeiros e mesmo CFOs que desejam se atualizar, como para profissionais de Finanças que querem se preparar para assumir este cargo.

Se você quer se tornar um CFO do Futuro, dominando as melhores estratégias para gerar crescimento e resultados exponenciais na empresa onde atua, este programa de 24 horas é o melhor caminho a ser trilhado.

Como organizar um budget mais eficaz?

— Como aplicar metodologias ágeis na gestão financeira do negócio?

— Quais são as métricas indispensáveis a serem observadas?

Essas e outras questões fundamentais para o head de Finanças da Nova Economia, foram abordadas na primeira edição do programa CFO do Futuro — Gestão Estratégica de Finanças para Organizações Digitais, conduzida por líderes da atualidade, incluindo Diego Barreto, CFO do iFood (especializado em delivery de comida e líder no segmento na América Latina).

Diego Barreto, CFO do iFood e um dos facilitadores da imersão CFO do Futuro, da Be Academy

A boa notícia é que, devido ao grande sucesso, vem aí a 2ª edição do CFO do Futuro.

As datas do programa serão anunciadas em breve.

Então, você tem duas opções:

1 – Acessar o material gravado, na íntegra, durante a 1ª edição;

2 – Reservar sua vaga para a 2ª edição do programa CFO do Futuro.

Basta clicar aqui para ir até a página da imersão, onde você terá informações adicionais sobre o programa.

A imersão CFO do Futuro é a melhor oportunidade para quem deseja alavancar suas habilidades, indo além da gestão financeira, para auxiliar de forma decisiva na tomada de decisões estratégicas da organização onde atua.

Eis por que o diretor financeiro não é mais (apenas) “o cara de dinheiro”.

Mais que uma ambição na carreira, tornar-se um “CFO do Futuro” é condição obrigatória para o profissional de Finanças que deseja dominar novas habilidades e ser disputado por organizações que fazem acontecer no Novo Mercado.

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