“Marketing não é algo que você deveria terceirizar, e sim aprender”, diz Diego Carmona, CVO da Lead Lovers

Especialista participou da Maratona do Digital, dentro do Resilientes Summit — maior movimento online e gratuito para reinventar seu negócio e readaptar-se à nova realidade, promovido pela Be Academy

POR TARCISIO ALVES
JORNALISTA E COPYWRITER

Apesar de ser fundador e chief visionary officer (CVO) de uma plataforma de automação de marketing digital, a Lead Lovers, Diego Carmona faz questão de deixar claro que automatizar não tem nada a ver com “robotizar” a relação com as pessoas. 

Ao contrário, é apenas uma forma facilitar a dinâmica de comunicação entre o empreendedor e o público. Mas o contato propriamente dito tem que ser pessoal. Dessa forma, o que a automação faz é segmentar a audiência, para que as empresas possam se comunicar com ela de forma assertiva.

Caramona participou da Maratona do Digital, dentro do Resilientes Summit — maior movimento online e gratuito para reinventar seu negócio e readaptar-se à nova realidade, promovido pela Be Academy —, a convite do CEO da edtech de negócios, Bruno Pinheiro.

“E-mail ainda é rei”

Dentro do processo de automação, apesar das constantes inovações tecnológicas, uma ferramenta bastante eficaz para manter contato com o cliente é o bom e velho e-mail. “O e-mail ainda é rei, um dos principais canais de comunicação”, frisou Carmona.

Porém, ele recomendou a segmentação das listas de envio, de acordo com os interesses de cada fatia, dentro da escala de relacionamento com a empresa, seus produtos e serviços. “A melhor maneira de manter o interesse é a segmentação, por exemplo, separando quem já comprou determinado produto dos demais”, comentou.

Por isso mesmo, segundo ele, o processo de automação começa ouvindo o seu cliente. “Comece mandando e-mail e preste atenção no que as pessoas respondem”, aconselhou o especialista, dizendo que “é preciso falar a mesma linguagem da sua audiência”. “É isso que vai dar a grande ‘cola’ para você se relacionar com o seu cliente de verdade.”

Sobre isso, Bruno Pinheiro observou que é importante conhecer o cliente, e isso pode ser feito por meio de uma pesquisa muito simples, perguntando:

1 – Qual é a primeira palavra que vem à sua cabeça quando pensa na minha marca?

2 – Qual problema que você tem hoje que eu poderia ajudá-lo a resolver?

3 – Que tipo de conteúdo você gostaria que eu produzisse para você?

4 – Que desejo eu posso ajudar você a realizar?

Assim, o processo de envio será automático, “mas o cliente vai sentir como se estivesse conversando com você”.

O relacionamento não termina na venda

Diego Carmona destacou que “você não pode depender só de anúncio para ter novos clientes”. Dessa maneira, é preciso renovar a lista de tempos em tempos, sob pena de as mensagens não serem lidas. “Você precisa sempre de novos leads na sua base de dados”, justificou ele, dizendo que uma boa taxa de abertura de e-mails gira em torno de 20%.

Outro ponto a ser observado é o contato com quem acaba de comprar um produto. “Esse é o seu lead mais quente”, afirmou Carmona. “Mande um e-mail para ele, perguntando se ele já começou a usar o produto e se precisa de mais alguma coisa”, exemplificou. “Depois que você vendeu, você precisa insistir para que a pessoa use o seu produto e tenha satisfação com ele”, insistiu.

Com relação às mídias sociais, Diego Carmona as classificou como um “chamariz”, um lugar onde você posta assuntos gerais, já que não é possível segmentar a audiência. Na hora de falar sobre assuntos específicos, o melhor é fazê-lo através de uma lista segmentada de e-mails. “Quem tiver interesse vai entrar para essa lista”, garantiu.

De uma forma geral, ainda que contrate uma agência para cuidar do seu marketing, o especialista deu um conselho que vale para donos de negócios de todos os tipos e tamanhos: “Marketing não é algo que você deveria terceirizar, e sim aprender”, disse ele, dando a dimensão que essa área tem nos negócios hoje em dia.

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