O novo CFO e seu papel na Nova Economia
O novo CFO não pode se prender unicamente a aspectos financeiros e tem que desempenhar um novo papel, se quiser performar em alto nível nas empresas que fazem acontecer na Nova Economia

O novo CFO não pode se prender unicamente a aspectos financeiros e tem que desempenhar um novo papel, se quiser performar em alto nível nas empresas que fazem acontecer na Nova Economia

POR TARCISIO ALVES
JORNALISTA E COPYWRITER

O novo CFO ocupa um papel diferente nas empresas dentro da Nova Economia.

Nova Economia que é fortemente baseada em tecnologia, mas nem por isso restrita a especialistas em tecnologia.

Ao contrário, trata-se de um novo contexto que abrange novos modelos de negócios e permeia todas as profissões, já que o ponto central está na mudança de comportamento.

Falando especificamente da área de finanças, o responsável financeiro de uma empresa passou a acumular novas (e importantes) funções.

Tanto que ele vem sendo chamado de CFO (Chief Financial Officer). E não é exagero falar em um “novo CFO”, uma vez que as mudanças não param de acontecer e é preciso estar preparado para se ajustar às exigências do mercado.

Em vez de olhar números, olhar dados

Além de entender de finanças, o novo CFO agora olha para números que vão além das tradicionais planilhas. Ele está de olho nas métricas que a análise de dados proporciona na Era Digital.

Porque, na Nova Economia, o novo CFO precisa manter um olhar estratégico para identificar oportunidades de negócios.

Mais do que reportar resultados financeiros da empresa, ele deve contribuir para a geração de novas receitas.

Como fez Anthony Noto, cinco anos atrás. Então CFO do Twitter, ele passou a ser também o responsável pelo marketing da empresa.

O novo CFO deve ter uma visão estratégica do negócio

O caso de Anthony Noto não é o único.

Nos últimos anos, com a ascensão da Nova Economia, ficou cada vez mais evidente o papel do novo CFO.

Em sua agenda, tanto quanto números, planilhas e balanços financeiros, é imprescindível que ele tenha uma visão estratégica do negócio. 

Que contribua para a geração de receitas e não atue apenas como controlador de gastos. Que tenha cultura digital e saiba transitar no ambiente online — afinal, toda empresa que almeja ter sucesso, hoje em dia, não pode se prender a barreiras geográficas.

E, claro, seja capaz de aplicar metodologias ágeis na gestão financeira do negócio. Porque as mudanças ocorrem de forma cada vez mais rápida, e é preciso saber lidar com a imprevisibilidade. Em vez de elaborar planos de negócios que, em pouco tempo, perderão seu prazo de validade.

O novo CFO é um visionário. Mas não um visionário qualquer

É por isso que, para o novo CFO, vale mais apoiar um projeto que, num primeiro momento, poderá ser deficitário mas que, logo ali à frente, poderá abrir novas fontes de captação de renda.

E esse profissional, dessa forma, se posiciona como um visionário. Não um visionário místico, mas alguém que traz todas sob seus olhos todas as métricas que a Era Digital permite analisar.

Isso explica por que os CFOs têm tanta voz no meio corporativo (tanto quanto o CEO, muitas vezes), contribuindo decisivamente na tomada de decisões. E por que estão em primeiro lugar na linha sucessória de muitas empresas.

Ele é nada menos que o braço direito do CEO.

Correr riscos está entre as atribuições do novo CFO

Explica também por que startups continuam recebendo aportes, mesmo operando no vermelho. Isso se deve ao trabalho “invisível” (aos olhos do público) do novo CFO.

Algumas delas, inclusive, são unicórnios — empresas cujo valor de mercado supera US$ 1 bilhão.

São modelos de negócios fortemente baseados em tecnologia e crescimento exponencial. Daí que, para ganhar escala e conquistar um número cada vez maior de clientes (e espaço considerável no mercado), demandam muito capital.

Eis uma das razões pelas quais os resultados das startups que mais causam disrupções em seus mercados transparecem prejuízos que fariam corar diretores financeiros da Velha Economia. 

Veja… Prejuízos não afastam investidores. Pelo menos, não na Nova Economia.

E um dos papéis do novo CFO é justamente o de procurar manter um fluxo de caixa positivo e alimentar estratégias de growth, entendendo a elasticidade que o risco traz embutida para gerar resultados financeiros positivos a médio e longo prazo.

Em outras palavras, correr riscos agora faz parte das atribuições de quem lida com a gestão financeira do negócio.

Entender de Finanças é apenas o topo do iceberg

Voltando ao caso de Anthony Noto, que agora é CEO da SoFi, uma startup de finanças, cabe dizer que o CFO da atualidade precisa entender de marketing. E mais: ir além da função estampada no cargo.

Não fosse a guinada de “rede social” que concorria com o Facebook para “rede de notícias” que passou a investir em geração de conteúdo (inclusive com parceiros de peso, como o canal de esportes ESPN), o Twitter talvez tivesse sumido do mapa.

Esteve perto disso, antes de repensar suas estratégias sob o comando de Noto.

Hoje, ao contrário, o Twitter dá as cartas no quesito informação. Se você quer saber o que está acontecendo, é só fazer uma busca rápida nos Trending Topics.

Não por acaso, a rede acusou crescimento recorde de usuários no segundo trimestre de 2020, em plena pandemia de Covid-19: nada menos que 186 milhões, 34% a mais que em 2019.

Daria para acreditar que essa guinada começou na mente do então responsável financeiro da empresa?

Um curso completo para você se reinventar

O momento atual pede uma reinvenção, tanto por parte das empresas quanto por parte dos profissionais que estão à frente da operação — em especial, na área de Finanças.

Trata-se de uma nova realidade, e quem não se adaptar a ela perderá relevância em um mercado cada vez mais disputado e incerto.

Pensando nisso, a Be Academy — a Escola de Empreendedorismo e Negócios da Nova Economia — formatou o programa O Novo CFO, que traz o novo papel do CFO dentro dessa nova realidade.

O programa é totalmente online e será conduzido por quatro líderes da Nova Economia:

  • Guilherme Cohn, CSO do Sympla, o maior marketplace de eventos do Brasil;
  • João Paulo Seibel de Faria, CFO da 99, startup de mobilidade controlada pela chinesa Didi Chuxing — maior empresa de transporte urbano do mundo;
  • Diego Barreto, CFO/CSO do iFood, foodtech líder na América Latina;
  • Luiz Miranda, head de Finanças do Movile Pay, fintech de pagamentos digitais do Grupo Movile (ecossistema brasileiro de empresas de tecnologia líder na América Latina).

A ideia é ajudar você a mudar sua mentalidade e atualizar seus conhecimentos sobre Finanças, dominando as novas habilidades exigidas pelo mercado.

Você poderá se qualificar como gestor financeiro preparado para enfrentar situações de crise e contribuir de forma decisiva para o crescimento da empresa, mesmo em um cenário de incertezas.

Para se inscrever, basta clicar neste link e acessar a página do curso.

O conteúdo das aulas será liberado a partir do dia 21 de setembro de 2020.

Já no dia 17 de setembro, às 18 horas, começa uma série de lives com os facilitadores de conteúdo do curso. E você terá acesso à gravação de todas elas como um bônus.

Mas se apresse, porque as vagas são limitadas!

Aproveite esta oportunidade que a Be Academy está oferecendo em primeira mão para você. E venha descobrir tudo sobre o novo CFO e seu papel na Nova Economia.

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